Título: [Escola Secundária Henriques Nogueira] [Fotografia]
Autor(es): José Cruz Vale
Sinopse: A escola em junho de 2022
Título: [Escola Secundária Henriques Nogueira] [Fotografia]
Autor(es): José Cruz Vale
Sinopse: A escola em junho de 2022
Autor(es): Rede de Bibliotecas Escolares
Ver descrição completa no OPAC
Sinopse: Coincidindo com o encerramento da Cimeira, a Rede de Bibliotecas Escolares lançou a iniciativa Transformar a educação: Dá voz às tuas ideias! da qual se esperavam futuros encontros e decisões para tornar a educação equitativa, de qualidade e relevante, para enfrentar os desafios do século XXI.
Realizada entre 22 de setembro e 31 de outubro de 2022, a iniciativa da RBE facilitou a reflexão, discussão e ação das crianças e jovens, propondo 9 atividades que puderam ser adaptadas a todos os níveis da educação, do pré‑escolar ao ensino secundário.
Analisados os contributos das escolas, verifica-se que a linha de ação 1 colheu o maior número de propostas e a 4 o menor.
A publicação que agora se apresenta colige as linhas gerais das conclusões registadas pelas escolas.
Título: [Escola Comercial e Industrial de Torres Vedras] [fotografia digitalizada]
Sinopse: Fotografia da Escola Industrial e Comercial de Torres Ve3dras, em 1976, atual Escola Secundária Henriques Nogueira.
Título: Iconografia queirosina
Autor(es): Biblioteca Nacional
Publicação: Biblioteca Nacional
WWW: https://purl.pt/93/1/iconografia/index.html
Sinopse: coleção de imagens relativa à vida e à obra de Eça de Queirós.
Título: Banco de imagens [de ciência]
Autor(es): Casa das Ciências
Publicação: Casa das Ciências
www: https://rce.casadasciencias.org/rceapp/
Sinopse:Biblioteca de imagens de utilização livre organizada em 7 Categorias: Biologia, Física, Geologia, Introdução às Ciências, Matemática, Química, Astronomia, Perrnite a submissão de novas imagens.
Título: Conta-me um conto que nunca contaste a ninguém [blogue]
Autor(es): Andante Associação Artística
Publicação: Blogger
www: https://conta-meumconto.blogspot.com/
Sinopse: Espaço online que se afirma como um audioblogue, onde se alberga um biblioteca de textos, especialmente poemas, lidos em voz alta.
Título: Visita guiada: Palácio Nacional de Mafra [vídeo online]
Autor(es): Paula Moura Pinheiro
Publicação: RTP Play
Duração: c. 35 min.
www: https://www.rtp.pt/play/p7378/e504978/visita-guiada
Título: Casa de Camilo [sítio]
Autor(es): Casa de Camilo - Museu. Centro de Estudos
WWW: www.camilocastelobranco.org
Sinopse: sítio da casa-museu de Camilo Castelo Branca que procura manter viva a memória da vida e da obra do escritor português.
Título: Eu sinto.me | #2 Ansiedade [vídeo]
Autor(es): Ordem dos Psicólogos
Duração: c. 10 min.
Sinopse: Para compreender como funciona a ansiedade e saber como lidar com ela.
A hipótese do cinzento
Num país a preto e
branco
recomendaram-me o cinzento. Um recurso
extraordinário. Com a hipótese do cinzento poderia
ensaiar
soluções inusitadas –
experimentar o morno (que não é frio nem
quente)
explorar o lusco-fusco (que
não é noite nem dia) praticar a omissão
(que não é mentira
nem verdade). Preto e branco misturados permitiam
finalmente
viver em conformidade
desocupar os extremos (tão alheios à virtude)
liquefazer-me na turba
no centro na
média
dourada. Com a paleta dos cinzentos poderia
aprimorar a arte da sobrevivência que
(como os mansos bem sabem) é
não estar vivo
nem morto.
João Luís Barreto Guimarães, Nómada. Lisboa: Quetzal, 2018.
Título: Grandes livros: Auto da barca do inferno, de Gil Vicente [vídeo em linha]
Produção: Companhia das Letras, 2009
Publicação: RTP Ensina
www: https://ensina.rtp.pt/artigo/auto-da-barca-do-inferno-de-gil-vicente/
Sinopse: Num ancoradouro, dois barqueiros, um Anjo e um Diabo, aguardam passageiros que viajam para o outro mundo. Este é o pano de fundo para o quadro que Gil Vicente, dramaturgo da corte portuguesa no século XVI, vai desenhar da sociedade de então. Representado pela primeira vez em 1517, O “Auto da Barca do Inferno”, tem como ação o julgamento num cais, onde os juízes, um Anjo e um Diabo, discutem quem entrará na barca de cada um, condenando os seus passageiros à viagem para o Céu ou para o Inferno. “Mestre de Retórica de Representação”, Gil Vicente foi contemporâneo dos Descobrimentos mas, ao contrário de Camões, que exaltou os feitos portugueses, fez antes uma crítica mordaz, na caricatura que construiu da sociedade portuguesa de então. Dramaturgo na corte, onde viveu cerca de 35 anos, foi o homem de confiança da Rainha D. Leonor e, para além de escrever e encenar as suas peças, organizava também as Festas Reais. Homem dos “sete ofícios”, julga-se que foi também ourives e Procurador dos Mistérios na Câmara de Lisboa. Gil Vicente foi consensualmente considerado o “pai” do Teatro português.