Título: Horizontes da Memória - O Tempo e a Moda: carnaval a sério [vídeo]
Autor(es): José Hermano Saraaiva
Produção: videofono, 1998
Publicação: RTP Ensina
Duração: c. 10 min.
Sinopse: Cabeçudos,
matrafonas e foliões estão de pedra e cal no Carnaval português. Mas
quando é que esta festa começou a fazer-se por cá? Não levem a mal que
contemos esta história sem recurso a disfarces. O único mascarado aqui é
mesmo o "Xé-Xé".
Este conjunto de poemas começou a desenhar-se no final da década setenta, durante uma viagem de Sophia a Macau, onde iria falar de Camões. Navegações evoca a expansão marítima portuguesa, mas também conta a experiência da escritora como viajante.
Mais do que a história da descoberta física de territórios, esta obra centra-se no encontro e na descoberta do outro, no olhar “que às vezes está pintado na proa dos barcos”, como a autora viria a dizer mais tarde. E quem melhor do que os portugueses teve essa experiência, em múltiplos lugares, com distintos povos?
Foi precisamente em viagem, maravilhada com a vista área do Vietname, que Sophia de Mello Breyner Andersen conseguiu inspiração para estas Navegações. Convidada pelo Conselho da Revolução para discursar em Macau, nas celebrações do dia de Camões, a poetisa sentiu o encantamento pelo oriente, sentimento que – provavelmente – outros tinham encontrado muitos séculos antes.
Na biografia incessantemente revolvida e pesquisada de Luís de Camões as certezas são muito poucas. A passagem pela Universidade de Coimbra infere-se de uma cultura literária profunda que perpassa a obra escrita e também do parentesco com D. Bento de Camões, que terá sido chanceler na academia.
Título: Cidadão Cibersocial - Algoritmo e o perigo das bolhas [vídeo] Produção: Centro Nacional de Cibersegurança, 2021 Publicação: RTP Ensina Duração: c. 1 min WWW:https://ensina.rtp.pt/artigo/os-algoritmos-e-o-perigo-das-bolhas/ Sinopse: Quando mais globalizados vivemos, menos parecemos aceitar as diferenças. Na verdade há grupos cada vez mais homogéneos nas suas opiniões e preferências e cada um tende a rodear-se por quem pensa e age de forma semelhante. As redes sociais potenciam isso mesmo através de cálculos feitos por inteligência artificial. Agrupam as pessoas, fechando-as em bolhas de consumo, o que as exclui do acesso a muitas outras informações. E assim se vão moldando opiniões e preferências. Rebenta a bolha: aprende a controlar este tipo de controlo.
Sexting
é a prática de enviar conteúdos íntimos através de dispositivos ou
através das redes sociais, em forma de texto, de fotos ou de vídeo.
Este fenómeno cresceu durante o período de isolamento provocado pela
pandemia Covid-19 e é uma prática que pode ser prejudicial às crianças e
jovens, sob diferentes formas, tanto físicas quanto emocionais, a
saber:
Os jovens podem ser abordados por predadores online.
Em alguns casos, os adolescentes enviam mensagens íntimas para pessoas
conhecidas, com as quais já têm alguma relação afetiva. Mas, noutros,
esses conteúdos podem ser enviados para pessoas que os jovens conheceram
na Internet. Nesta situação, o adolescente perde o controle sobre o que
pode acontecer com as imagens após o envio, além de que a conversa
poderá estar a acontecer com um predador online.
Risco de serem pressionados a participar Sexting. Os
jovens também podem ser pressionados ou chantageados para que iniciem a
prática do sexting. Pessoas conhecidas podem fazer ameaças de, por
exemplo, expor segredos do adolescente na escola e, em troca do
silêncio, exigir o envio de mensagens íntimas. Os adolescentes também
são vulneráveis à pressão feita por colegas ou por pessoas mais velhas.
Com medo do julgamento ou de não serem aceitos socialmente, acabam
enviando mensagens indevidas e sofrendo as consequências desse ato.
O conteúdo pode tornar-se público. As imagens
enviadas pelos jovens durante a prática de sexting podem ter diversos
destinos — ser compartilhadas em grupos de aplicativos de mensagens, ser
enviadas para amigos do recetor ou aparecer em sites de pornografia.
Quando isso acontece, a vítima pode sofrer danos psicológicos.
Sexting pode ser considerado conteúdo de abuso sexual de crianças.
É importante que a criança ou o adolescente conheça as consequências
desse ato, tanto para si quanto para quem recebe as imagens. Além das
questões legais, estar envolvido nesse tipo de situação pode trazer
prejuízos para a saúde mental da vítima.
O envio de mensagens com fotos ou vídeos íntimos precisa de atenção e
cuidado, já que estes ficheiros podem ser usadas com fins de chantagem e
como forma de vingança. Os alunos devem ter a consciência das
recomendações de segurança que se deve ter em conta, antes de partilhar
conteúdo da sua intimidade:
É importante que a troca de mensagens íntimas seja consensual
e que ocorra entre pessoas confiáveis, porque não há como prever os
riscos. Pode dar-se o caso da pessoa em que se confiou poder trair a
nossa confiança e enviar as mensagens, imagens e vídeos trocados para
terceiros, e essa violação de privacidade pode causar danos
irreversíveis em quem teve sua intimidade exposta.
Deverá também ser evitado o envio de fotos em que apareçam seu rosto inteiro ou parte dele,
ou marcas que sejam fáceis de identificar, como as de nascença,
tatuagens e cicatrizes. Além disso, também é importante evitar tirar
fotos em cenários que possam ser reconhecidos por outras pessoas.
Optar por plataformas de troca de mensagens com foco em privacidade
e proteger o smartphone com senhas e antivírus para evitar que o
conteúdo partilhado seja intercetado por terceiros ou por hackers.
Sugestões: Sugerimos a visualização da animação SeguraNet “Sexting” que poderá servir como debate desta problemática entre os alunos do ensino básico (1.º, 2.º e 3.º Ciclos).